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REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984

Pôster do Filme Autor: Daniel Moreira   REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984  Estamos vivendo uma revolução na forma de ver filmes, os serviços de streaming estão cada vez mais conquistando o seu espaço no dia-a-dia dos espectadores e a grande aposta do HBOMAX foi justamente a estreia de um dos maiores filmes do ano no serviço de streaming e nos cinemas ao mesmo tempo. Se isso vai ser o novo normal ou se vai trazer lucros só o tempo dirá, o fato é que Mulher Maravilha 1984 está entre nós. Atenção, essa review pode conter leves spoilers. Um artefato muito antigo criado por um Deus concede aquele que o possui o seu maior desejo, infelizmente vai parar em mãos erradas e a Mulher Maravilha precisa enfrentar o vilão e impedir o fim do mundo. Patty Jankins retorna na direção da sequência, dessa vez muito mais a vontade. Devido ao grande sucesso do primeiro filme, o estúdio deu carta branca pra ela criar a sua versão e isso é refletido nas poucas cenas de ação, nos diálogos profundos e na mensa

Romantismo: Ufanismo Nacionalista

rio de janeiro jean baptiste
Rio de Janeiro, Jean-Baptiste

Romantismo: Ufanismo Nacionalista

Autor: Luca Alves

As mudanças sociais em consequência da Revolução Francesa vieram em forma de liberdade - política, estética, econômica. O romantismo, como escola literária, se mostrou revolucionário ao seguir seus instintos, adotando a rebeldia, a liberdade e, por conseguinte, a melancolia como principais características do período. 

A ruptura dos padrões clássicos e neoclássicos possibilitara ao mundo um novo olhar: com o eu em ascensão, o meu entraria finalmente na mira da arte. E eis que surge então o ufanismo nacionalista sintetizando a primeira geração romântica - que muito contribuiu para a consolidação do liberalismo. 

O significado de ufanismo é "atitude de quem se orgulha de alguma coisa com exagero". No Brasil o ufanismo nacionalista chegou definitivamente com a Independência, em 1822, mas desde antes a chegada da Família Real, em 1808, (evento que tem uma contribuição significativa para a Independência) já era possível encontrar indícios de um provável grande manifesto nacionalista por conta da insatisfação dos brasileiros para com a Coroa Portuguesa. Mas foi enfim independentes que os artistas da época encontraram em si, e não no outro, o combustível para sua arte. E então que o nacionalismo assume o papel inspirador para os artistas da primeira geração do romantismo.

Leia também: Romantismo: Teatro, Literatura e Escravidão

Se visto do século XIX, o passado brasileiro se resume basicamente em exploração, tanto dos indígenas, quanto das riquezas naturais. Por ser o mais nato dos brasileiros, o índio passa a ser o herói nacional (em prosas histórica-indianistas), enquanto que a fauna e flora são os orgulhos dos românticos que aqui viveram (SANTOS, 2014).

Além da prosa histórica e a prosa indianista, como uma espécie de vertente do ufanismo nacionalista, a prosa regionalista também tem seu papel nessa geração. A prosa regionalista, que consistia em dar destaque aos costumes locais, reflete o orgulho dos brasileiros por sua terra. Iracema, de José de Alencar, consegue reunir algumas das características da primeira geração romântica (ufanista nacionalista e histórica-indianista).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Santos, Renato Alessandro dos. Literatura portuguesa e brasileira III / Renato Alessandro dos Santos – Batatais, SP : Claretiano, 2014.

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