Pular para o conteúdo principal

Destaques

Future Nostalgia: O TOPO DA ASCENSÃO DA DUA LIPA?

Autor: Luca Alves Future Nostalgia: O TOPO DA ASCENSÃO DA DUA LIPA? Nota: 4/5


É de tamanha excelência a qualidade do Future Nostalgia que foi uma das missões mais difíceis da minha vida expressar em fiéis palavras a extremidade artística positiva que este álbum representa. Estive tenso por tentar não deixar passar nada porque é de uma complexidade e inteligência lírica-compositora tão grande que eu estaria faltando com a honestidade se eu não deixasse muito claro que este álbum é simplesmente O ÁLBUM. E é lindo ver o mínimo, porém impactante amadurecimento da Dua Lipa depois do álbum homônimo porque a ela foi entregue o difícil papel de salvadora da música pop, quando em meados de 2017 ela tomou total protagonismo do gênero com New Rules sendo creditada como um dos pilares que representaria a música pop pelos próximos anos, e facilmente assumiu esse posto, não aproveitando muita coisa do tropical house em dominância no seu primeiro álbum, mas mantendo as composições maduras por um vié…

Canto A Capella e o Grupo Voice in

Imagem: Voice in por Carol Augsten

Pelas tantas vezes que cheguei a comentar o quanto gosto de A Escolha Perfeita, acredito que seja desnecessário repetir isso novamente nesta postagem, mas o que muitos não sabem é que eu não passei gostar de a capella depois desse filme, eu gostei dele exatamente por causa do canto. E além da frustração de nunca conseguir cantar como eles, porque acreditem ou não, a maior decepção da minha vida é não saber cantar, fiquei muito chateado por não encontrar nada semelhante no Brasil para acompanhar. Eu, que sou apaixonado pelo canto a capella, conheci recentemente o grupo Voice in, do Rio Grande do Sul, que me fez reafirmar uma antiga convicção que consistia em: o Brasil, mesmo que atrasado, leva jeito para qualquer coisa, basta querer - e nosso apoio é essencial nesse processo. 

O canto a capella, assim ou com a craseado indicando maneira (à capella), segundo o Wikipédia, é um termo do italiano referente à música vocal sem acompanhamento de instrumento. É uma técnica que foi desenvolvida através do canto gregoriano, que evoluiu com o passar do tempo até se encontrar com as batidas de beatbox e com a personificação de outros instrumentos realizados com as cordas vocais ou, em alguns casos, com outros sons produzidos com o corpo, como, palmas, estalos etc.

Felipe Andrade, Rafael Strey, Ariane Wink, Luiz Kremer, Débora Neto são o Voice in, e assim como o canto a capella, o Voice in surgiu na igreja. Numa entrevista para a Rádio Acústica FM, disponibilizada no próprio Facebook do grupo, o Felipe conta que assim que ele saiu da Igreja Adventista, na qual ele já cantava, ele decidiu montar um grupo a capella, e o processo de seleção dos integrantes foi pela internet mesmo; através de buscas até chegar aos cinco integrantes, que também já havia um envolvimento profissional com a música.

Buscando lá no fundo, me recordo de já ter visto um vídeo deles pelo meu feed notícias no Facebook, e aposto que vocês já devem ter visto também: era um medley com alguns hits da Rihanna, em ordem cronológica. Como a internet estava supersaturada de Rihanna pós-lançamento do Anti, não vi muito além da reprodução automática e, então, segui a vida. Mas, por algum motivo, acabei chegando ao medley dos principais sucessos da Anitta que eles fizeram que não tem como explicar, vocês precisam ver e comentar:




O medley chegou à Anitta, que acabou divulgando o trabalho do grupo. E isso é realmente muito importante, porque o trabalho tem sido independente desde o início, e esse reconhecimento dá aquela força, então, não esqueçam de encontrar a Voice in no Facebook e em suas outras redes sociais para dar um help.

Leia também: Por que brasileiros não fazem sucesso no exterior?

Minhas Redes Sociais:


Comentários

Postagens mais visitadas