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REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984

Pôster do Filme Autor: Daniel Moreira   REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984  Estamos vivendo uma revolução na forma de ver filmes, os serviços de streaming estão cada vez mais conquistando o seu espaço no dia-a-dia dos espectadores e a grande aposta do HBOMAX foi justamente a estreia de um dos maiores filmes do ano no serviço de streaming e nos cinemas ao mesmo tempo. Se isso vai ser o novo normal ou se vai trazer lucros só o tempo dirá, o fato é que Mulher Maravilha 1984 está entre nós. Atenção, essa review pode conter leves spoilers. Um artefato muito antigo criado por um Deus concede aquele que o possui o seu maior desejo, infelizmente vai parar em mãos erradas e a Mulher Maravilha precisa enfrentar o vilão e impedir o fim do mundo. Patty Jankins retorna na direção da sequência, dessa vez muito mais a vontade. Devido ao grande sucesso do primeiro filme, o estúdio deu carta branca pra ela criar a sua versão e isso é refletido nas poucas cenas de ação, nos diálogos profundos e na mensa

O QUE SÃO PERSONAGENS-TIPOS?

Henrietta Harris
Imagem: Henrietta Harris

O que são personagens-tipos?


Ainda outro dia, falei sobre alegoria e personagens alegóricos na postagem "Personagens Alegóricos: o que são?". Dando continuidade ao assunto, falarei sobre outros personagens que, assim como os alegóricos, podem ser encontrados tanto em Auto da Barca do Inferno quanto em Auto da Compadecida: os personagens-tipos. 

Para poupar rodeios e repetições, vou partir da explicação sobre personagens alegóricos para elucidar a ideia de personagens-tipos, então, sugiro que leia a outra postagem antes der ler essa para facilitar o raciocínio e não te deixar perdido ou parecer que você já pegou o bonde andando, tá? 

Mais uma vez, não é difícil entender os personagens-tipos. Se os alegóricos são a representação concreta de uma ideia abstrata (bem, mal e corrupção, que foram os exemplos dados), os tipos são a representação de um grupo ou classe social, cujo reconhecimento é feito a partir de características estereotipadas, como a linguagem, por exemplo. 

E assim como os personagens alegóricos, os personagens-tipos, mesmo que apresentem informações precisas, como nome, endereço, idade etc, eles também não têm intenção de atingir uma pessoa em específico, logo, Brísida Vaz, a alcoviteira, não existe e nunca existiu, seu papel na obra foi apenas representar os alcoviteiros. 

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