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GRAMMY: POR QUE A LADY GAGA MERECE LEVAR O PRÊMIO DE ÁLBUM DO ANO?

Autor: Luca Alves GRAMMY: POR QUE A LADY GAGA MERECE LEVAR O PRÊMIO DE ÁLBUM DO ANO?
Há um ano debutava no topo da parada de discos da Billboard o A Star is Born com 231 mil cópias comercializadas no território americano. Pouco mais de um ano desde o seu lançamento, a trilha sonora do Nasce Uma Estrela soma mais de 6 milhões de cópias comercializadas ao redor do mundo e mantém uma estabilidade que talvez supere fácil a marca de 8 milhões de cópias vendidas até o dia da cerimônia do Grammy, que geralmente acontece entre o fim de janeiro e o início de fevereiro. 
Essa não é a primeira vez que a Lady Gaga recebe grande atenção para a principal categoria do Grammy. Quase todos os álbuns da Gaga foram indicados à categoria Álbum do Ano, e todos até o momento não foram bem-sucedidos para os votos da Academia. Em 2008, a Lady Gaga fez uma estréia estrondosa causando impactos notórios à cultura pop com o The Fame, mas só isso não foi o suficiente para a bancada honrar o álbum com o título de …

Chuck

Chuck

Chuck. Imagem: divulgação

Eu detesto séries longas. Chuck tem cinco temporadas, e isso para mim já é demais. Eu sei lá. Quando a história dura, eu sempre me apego ao elenco e lá pro fim eu fico meio "eita, e agora?". Tentei assistir a Chuck o mais rápido que pude para não sofrer desse mal, porém não adiantou muito. Escrevi essa crítica minutos após o último episódio e ainda posso sentir um nó na minha garganta. 

Ela não é uma série boa, porém não é ruim. A princípio, eu não estava muito animado para assistir a ela. Detestei mais ainda depois de ter visto o primeiro episódio e passei a me acostumar com o tempo. Gastei um mês para terminá-la, e a classifico como uma serie mediana: nem demais, nem de menos. Não é a série que marcará de alguma forma a sua vida.

Expulso da faculdade, com um emprego medíocre no Compre Mais e com um belo par de chifres (isso não foi uma piada), Charles Bartowski (Zachary Levi) vive na região de Burbank e um rebuliço após receber um e-mail de Bryce Larkin (Matt Bomer), o responsável pela sua expulsão de Standford, e pelos seus chifres, bacana, né? Nele continha dados importantes para a CIA, a qual em poucas horas chega até ele em busca do intersetorial "extraviado". Mas aí que tá. Depois que Chuck visualizou o anexo no seu e-mail, não tinha muito a ser feito, restando apenas sua supermemória, fazendo dele o próprio intersetorial. Sua função? Decodificar imagens aleatórias - através dos chamados lampejos - até que um outro mecanismo fosse construído.

Eu achei o roteiro bem organizado, mostrando no presente o futuro do passado de Chuck, assim deixando algumas coisas claras, já que essa introdução da série não faz muito sentido, né?

Uma coisa impressionante sobre a série é o elenco. Dei uma lida sobre ele e me surpreendi com algumas curiosidades. Por exemplo, essa é a primeira série do Zachary Levi e a primeira da Yvonne Strzechowski na América. Esta mulher é maravilhosa, gente! Vik Sahay e Scott Krinsky sabem deixar qualquer um p. da vida com tamanha lerdeza. E, sem desmerecer aos outros, quero dar destaque também a Sarah Lancaster, Adam Baldwin e Joshua Gomez porque eles merecem.

Leia também: Séries Policiais: Orange Is The New Black e Prison Break

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