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REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984

Pôster do Filme Autor: Daniel Moreira   REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984  Estamos vivendo uma revolução na forma de ver filmes, os serviços de streaming estão cada vez mais conquistando o seu espaço no dia-a-dia dos espectadores e a grande aposta do HBOMAX foi justamente a estreia de um dos maiores filmes do ano no serviço de streaming e nos cinemas ao mesmo tempo. Se isso vai ser o novo normal ou se vai trazer lucros só o tempo dirá, o fato é que Mulher Maravilha 1984 está entre nós. Atenção, essa review pode conter leves spoilers. Um artefato muito antigo criado por um Deus concede aquele que o possui o seu maior desejo, infelizmente vai parar em mãos erradas e a Mulher Maravilha precisa enfrentar o vilão e impedir o fim do mundo. Patty Jankins retorna na direção da sequência, dessa vez muito mais a vontade. Devido ao grande sucesso do primeiro filme, o estúdio deu carta branca pra ela criar a sua versão e isso é refletido nas poucas cenas de ação, nos diálogos profundos e na mensa

Chuck

Chuck

Chuck. Imagem: divulgação

Eu detesto séries longas. Chuck tem cinco temporadas, e isso para mim já é demais. Eu sei lá. Quando a história dura, eu sempre me apego ao elenco e lá pro fim eu fico meio "eita, e agora?". Tentei assistir a Chuck o mais rápido que pude para não sofrer desse mal, porém não adiantou muito. Escrevi essa crítica minutos após o último episódio e ainda posso sentir um nó na minha garganta. 

Ela não é uma série boa, porém não é ruim. A princípio, eu não estava muito animado para assistir a ela. Detestei mais ainda depois de ter visto o primeiro episódio e passei a me acostumar com o tempo. Gastei um mês para terminá-la, e a classifico como uma serie mediana: nem demais, nem de menos. Não é a série que marcará de alguma forma a sua vida.

Expulso da faculdade, com um emprego medíocre no Compre Mais e com um belo par de chifres (isso não foi uma piada), Charles Bartowski (Zachary Levi) vive na região de Burbank e um rebuliço após receber um e-mail de Bryce Larkin (Matt Bomer), o responsável pela sua expulsão de Standford, e pelos seus chifres, bacana, né? Nele continha dados importantes para a CIA, a qual em poucas horas chega até ele em busca do intersetorial "extraviado". Mas aí que tá. Depois que Chuck visualizou o anexo no seu e-mail, não tinha muito a ser feito, restando apenas sua supermemória, fazendo dele o próprio intersetorial. Sua função? Decodificar imagens aleatórias - através dos chamados lampejos - até que um outro mecanismo fosse construído.

Eu achei o roteiro bem organizado, mostrando no presente o futuro do passado de Chuck, assim deixando algumas coisas claras, já que essa introdução da série não faz muito sentido, né?

Uma coisa impressionante sobre a série é o elenco. Dei uma lida sobre ele e me surpreendi com algumas curiosidades. Por exemplo, essa é a primeira série do Zachary Levi e a primeira da Yvonne Strzechowski na América. Esta mulher é maravilhosa, gente! Vik Sahay e Scott Krinsky sabem deixar qualquer um p. da vida com tamanha lerdeza. E, sem desmerecer aos outros, quero dar destaque também a Sarah Lancaster, Adam Baldwin e Joshua Gomez porque eles merecem.

Leia também: Séries Policiais: Orange Is The New Black e Prison Break

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