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Future Nostalgia: O TOPO DA ASCENSÃO DA DUA LIPA?

Autor: Luca Alves Future Nostalgia: O TOPO DA ASCENSÃO DA DUA LIPA? Nota: 4/5


É de tamanha excelência a qualidade do Future Nostalgia que foi uma das missões mais difíceis da minha vida expressar em fiéis palavras a extremidade artística positiva que este álbum representa. Estive tenso por tentar não deixar passar nada porque é de uma complexidade e inteligência lírica-compositora tão grande que eu estaria faltando com a honestidade se eu não deixasse muito claro que este álbum é simplesmente O ÁLBUM. E é lindo ver o mínimo, porém impactante amadurecimento da Dua Lipa depois do álbum homônimo porque a ela foi entregue o difícil papel de salvadora da música pop, quando em meados de 2017 ela tomou total protagonismo do gênero com New Rules sendo creditada como um dos pilares que representaria a música pop pelos próximos anos, e facilmente assumiu esse posto, não aproveitando muita coisa do tropical house em dominância no seu primeiro álbum, mas mantendo as composições maduras por um vié…

Chuck

Chuck

Chuck. Imagem: divulgação

Eu detesto séries longas. Chuck tem cinco temporadas, e isso para mim já é demais. Eu sei lá. Quando a história dura, eu sempre me apego ao elenco e lá pro fim eu fico meio "eita, e agora?". Tentei assistir a Chuck o mais rápido que pude para não sofrer desse mal, porém não adiantou muito. Escrevi essa crítica minutos após o último episódio e ainda posso sentir um nó na minha garganta. 

Ela não é uma série boa, porém não é ruim. A princípio, eu não estava muito animado para assistir a ela. Detestei mais ainda depois de ter visto o primeiro episódio e passei a me acostumar com o tempo. Gastei um mês para terminá-la, e a classifico como uma serie mediana: nem demais, nem de menos. Não é a série que marcará de alguma forma a sua vida.

Expulso da faculdade, com um emprego medíocre no Compre Mais e com um belo par de chifres (isso não foi uma piada), Charles Bartowski (Zachary Levi) vive na região de Burbank e um rebuliço após receber um e-mail de Bryce Larkin (Matt Bomer), o responsável pela sua expulsão de Standford, e pelos seus chifres, bacana, né? Nele continha dados importantes para a CIA, a qual em poucas horas chega até ele em busca do intersetorial "extraviado". Mas aí que tá. Depois que Chuck visualizou o anexo no seu e-mail, não tinha muito a ser feito, restando apenas sua supermemória, fazendo dele o próprio intersetorial. Sua função? Decodificar imagens aleatórias - através dos chamados lampejos - até que um outro mecanismo fosse construído.

Eu achei o roteiro bem organizado, mostrando no presente o futuro do passado de Chuck, assim deixando algumas coisas claras, já que essa introdução da série não faz muito sentido, né?

Uma coisa impressionante sobre a série é o elenco. Dei uma lida sobre ele e me surpreendi com algumas curiosidades. Por exemplo, essa é a primeira série do Zachary Levi e a primeira da Yvonne Strzechowski na América. Esta mulher é maravilhosa, gente! Vik Sahay e Scott Krinsky sabem deixar qualquer um p. da vida com tamanha lerdeza. E, sem desmerecer aos outros, quero dar destaque também a Sarah Lancaster, Adam Baldwin e Joshua Gomez porque eles merecem.

Leia também: Séries Policiais: Orange Is The New Black e Prison Break

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