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GRAMMY: POR QUE A LADY GAGA MERECE LEVAR O PRÊMIO DE ÁLBUM DO ANO?

Autor: Luca Alves GRAMMY: POR QUE A LADY GAGA MERECE LEVAR O PRÊMIO DE ÁLBUM DO ANO?
Há um ano debutava no topo da parada de discos da Billboard o A Star is Born com 231 mil cópias comercializadas no território americano. Pouco mais de um ano desde o seu lançamento, a trilha sonora do Nasce Uma Estrela soma mais de 6 milhões de cópias comercializadas ao redor do mundo e mantém uma estabilidade que talvez supere fácil a marca de 8 milhões de cópias vendidas até o dia da cerimônia do Grammy, que geralmente acontece entre o fim de janeiro e o início de fevereiro. 
Essa não é a primeira vez que a Lady Gaga recebe grande atenção para a principal categoria do Grammy. Quase todos os álbuns da Gaga foram indicados à categoria Álbum do Ano, e todos até o momento não foram bem-sucedidos para os votos da Academia. Em 2008, a Lady Gaga fez uma estréia estrondosa causando impactos notórios à cultura pop com o The Fame, mas só isso não foi o suficiente para a bancada honrar o álbum com o título de …

Assassin's Creed IV: Black Flag

Assassin's Creed IV Black Flag
Imagem: reprodução

Puts! Vamos lá: o jogo começa por volta de 1715 na região do Cabo Bonavista. O assassino da vez, mas não tão assassino assim, é Edward Kenway, um pirata inglês que ronda a região caribenha em busca de melhoria de vida durante a era do ouro. Ele se torna um assassino sem todo aquele ritual do sangue das velhas virgens como é de costume (estou brincando, tá?), mas assim que mata um. E pronto, lá estás manuseando as laminas escondidas e iniciando as conspirações templárias. Tão mais fácil, não?


O jogo, comparado aos outros, é bem longo, talvez o mais longo de toda a franquia, e o que possivelmente pode ter o deixado assim são as longas viagens de navio. O mapa dele é enorme (todo o Caribe só pra você) e você não gasta menos que 10 minutos percorrendo o destino da sua nova missão. Quando eu me perdia, gastava até bem mais que 10 minutos.

Assassin's Creed Black Flag
Imagem: reprodução
Mas não foi só no mapa que me perdi. As personagens históricas ficaram pobríssimas. Se você não fizer uma pesquisa antes, ou se você não tiver um pouquinho de conhecimento sobre História hispano-americana (como é o meu caso), elas passam despercebidos. Eu apenas reconheci a rainha Ana e o resto (piratas) eu nunca tinha sequer ouvido falar em toda minha vida.

Todavia, os gráficos e as histórias nunca deixam a desejar. Não cheguei a jogar o terceiro que foi altamente bombardeado pela crítica, mas de todo o resto que já joguei esses dois pontos não me decepcionaram. E nesse não foi diferente. Notei que houve até uma evolução dos últimos que joguei para o Black Flag. Eles se preocuparam bem mais com os detalhes, inserindo animais (domésticos e selvagens), por exemplo, e até  criaram missões os envolvendo. Outro exemplo, são as melhorias possíveis tanto no Kenway quando o Gralha (Jackdaw), o seu navio no jogo.

Devido ao ambiente, a jogabilidade também recebe inovações desde o último que joguei. Além de poder escalar casas, igrejas, você pode também pode escalar árvores, usar arbustos para camuflagem e executar alguns golpes em movimento, por exemplo.E assim na terra como no mar, não existem complicações, já que você recebe notificações de como fazer isso e aquilo o tempo inteiro.

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