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Destaques

Review: ARUANAS - 1ª Temporada

Autor: Daniel Moreira
Review: ARUANAS - 1ª Temporada Essa série original Globo Play conta a história de 4 mulheres que lutam pela preservação da floresta Amazônica. Com apenas 10 episódios perfeitos para se maratonar, Aruanas ganha seu espaço merecidamente. O design de produção é excepcionalmente bonito, retratando toda a beleza e o esplendor da floresta, além de alertar sobre os efeitos que a extração irregular de seus bens causam para todos a sua volta, o que nos faz lembrar sempre da riqueza natural que temos no nosso país (um salve para a abertura que é delicadamente expressiva).
O elenco é de peso, Débora Falabella vive Natalie, uma jornalista e apresentadora que usa a sua plataforma para divulgar o trabalho das Aruanas. Taís Araújo é a advogada do grupo e lida com as tramas políticas que envolvem a luta pela preservação e por fim Luiza (Leandra Leal) uma ativista conhecida internacionalmente por fazer de tudo por aquilo que acredita principalmente se infiltrar na mineradora do …

Assassin's Creed IV: Black Flag

Assassin's Creed IV Black Flag
Imagem: reprodução

Puts! Vamos lá: o jogo começa por volta de 1715 na região do Cabo Bonavista. O assassino da vez, mas não tão assassino assim, é Edward Kenway, um pirata inglês que ronda a região caribenha em busca de melhoria de vida durante a era do ouro. Ele se torna um assassino sem todo aquele ritual do sangue das velhas virgens como é de costume (estou brincando, tá?), mas assim que mata um. E pronto, lá estás manuseando as laminas escondidas e iniciando as conspirações templárias. Tão mais fácil, não?


O jogo, comparado aos outros, é bem longo, talvez o mais longo de toda a franquia, e o que possivelmente pode ter o deixado assim são as longas viagens de navio. O mapa dele é enorme (todo o Caribe só pra você) e você não gasta menos que 10 minutos percorrendo o destino da sua nova missão. Quando eu me perdia, gastava até bem mais que 10 minutos.

Assassin's Creed Black Flag
Imagem: reprodução
Mas não foi só no mapa que me perdi. As personagens históricas ficaram pobríssimas. Se você não fizer uma pesquisa antes, ou se você não tiver um pouquinho de conhecimento sobre História hispano-americana (como é o meu caso), elas passam despercebidos. Eu apenas reconheci a rainha Ana e o resto (piratas) eu nunca tinha sequer ouvido falar em toda minha vida.

Todavia, os gráficos e as histórias nunca deixam a desejar. Não cheguei a jogar o terceiro que foi altamente bombardeado pela crítica, mas de todo o resto que já joguei esses dois pontos não me decepcionaram. E nesse não foi diferente. Notei que houve até uma evolução dos últimos que joguei para o Black Flag. Eles se preocuparam bem mais com os detalhes, inserindo animais (domésticos e selvagens), por exemplo, e até  criaram missões os envolvendo. Outro exemplo, são as melhorias possíveis tanto no Kenway quando o Gralha (Jackdaw), o seu navio no jogo.

Devido ao ambiente, a jogabilidade também recebe inovações desde o último que joguei. Além de poder escalar casas, igrejas, você pode também pode escalar árvores, usar arbustos para camuflagem e executar alguns golpes em movimento, por exemplo.E assim na terra como no mar, não existem complicações, já que você recebe notificações de como fazer isso e aquilo o tempo inteiro.

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