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GRAMMY: POR QUE A LADY GAGA MERECE LEVAR O PRÊMIO DE ÁLBUM DO ANO?

Autor: Luca Alves GRAMMY: POR QUE A LADY GAGA MERECE LEVAR O PRÊMIO DE ÁLBUM DO ANO?
Há um ano debutava no topo da parada de discos da Billboard o A Star is Born com 231 mil cópias comercializadas no território americano. Pouco mais de um ano desde o seu lançamento, a trilha sonora do Nasce Uma Estrela soma mais de 6 milhões de cópias comercializadas ao redor do mundo e mantém uma estabilidade que talvez supere fácil a marca de 8 milhões de cópias vendidas até o dia da cerimônia do Grammy, que geralmente acontece entre o fim de janeiro e o início de fevereiro. 
Essa não é a primeira vez que a Lady Gaga recebe grande atenção para a principal categoria do Grammy. Quase todos os álbuns da Gaga foram indicados à categoria Álbum do Ano, e todos até o momento não foram bem-sucedidos para os votos da Academia. Em 2008, a Lady Gaga fez uma estréia estrondosa causando impactos notórios à cultura pop com o The Fame, mas só isso não foi o suficiente para a bancada honrar o álbum com o título de …

Como Falar Com Um Viúvo (Jonathan Tropper)

Como Falar Com Um Viúvo

Depois de perder sua esposa, Hailey, da pior maneira para a morte, Douglas Parker faz da sua coluna, Como Falar Com Um Viúvo, na M Magazine, seu ponto de desabafo, e posteriormente um sucesso.

Aos 29 anos, o glamouroso luto é um dos muitos problemas que Doug tenta se livrar. Agora, responsável pela casa de Hailey, e também pelo seu filho, Russ, ele precisa assumir um papel maduro, que até então não tinha. Para isso ele conta com ajuda da sua recém divorciada irmã gêmea, Claire, que apesar de ter dividido o mesmo útero, eles se parecem exatamente em nada.

Como Falar Com Um Viúvo

O livro põe outros problemas, alguns até desnecessários, ou que não nos permitem vê-los como problemas, como o fato da mãe de Doug ainda agir como atriz famosa. Uma estrela nunca morre, meu filho. E também tem aqueles um pouco mais sério como, por exemplo, conseguir a guarda de Russ e o AVC do seu pai que continuamente dá surto de memórias e, até, trocas de personalidade repentinamente.

O livro é engraçado, visto do ponto de vista triste, mas bem humorado, de um homem. Então, às vezes, se você não se sentir à vontade com o universo masculino, ele pode te incomodar um pouco. Eu gostei da história e dos personagens bem construídos. O autor soube fazer uma mixagem do presente e do passado de forma clara, que o leitor não se perca nas mudanças de ambiente.

A tradução ficou ótima, mas, umas duas vezes, eu encontrei erros de digitação. Coisas que acontecem, né, gente? Errar é humano. Quem nunca cometeu um misspelling que a tire a primeira pedra.

Eu amei o exemplar, e a capa, que no inicio do livro eu achava que deveria ser mais dark, mais emo-gótico porque, afinal, é luto, sabe? Mas depois que pude entender o porquê duma capa na vibe das micaretas baiana. O livro é muito engraçado, apesar do luto de Doug.

Ainda sobre o exemplar: as folhas são grossas e amareladas. O autor preferiu não usar sua foto na orelha do livro (tá, mas onde isso vai mudar minha vida?). O livro é divido em quarenta-e-poucos capítulos (41) e subcapítulos dentro destes. A capa é um amorzinho para dobrar e não amassar. E, gente, que final foi esse? O livro não poderia ter tido um final melhor. Ou seja, vou para por aqui porque meus dedos estão coçando, loucos para dar spoiler. Leiam-o.

Editora: Sextante/ Páginas: 270/ ISBN: 978-85-99296-62-2

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