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REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984

Pôster do Filme Autor: Daniel Moreira   REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984  Estamos vivendo uma revolução na forma de ver filmes, os serviços de streaming estão cada vez mais conquistando o seu espaço no dia-a-dia dos espectadores e a grande aposta do HBOMAX foi justamente a estreia de um dos maiores filmes do ano no serviço de streaming e nos cinemas ao mesmo tempo. Se isso vai ser o novo normal ou se vai trazer lucros só o tempo dirá, o fato é que Mulher Maravilha 1984 está entre nós. Atenção, essa review pode conter leves spoilers. Um artefato muito antigo criado por um Deus concede aquele que o possui o seu maior desejo, infelizmente vai parar em mãos erradas e a Mulher Maravilha precisa enfrentar o vilão e impedir o fim do mundo. Patty Jankins retorna na direção da sequência, dessa vez muito mais a vontade. Devido ao grande sucesso do primeiro filme, o estúdio deu carta branca pra ela criar a sua versão e isso é refletido nas poucas cenas de ação, nos diálogos profundos e na mensa

Como Falar Com Um Viúvo (Jonathan Tropper)

Como Falar Com Um Viúvo

Depois de perder sua esposa, Hailey, da pior maneira para a morte, Douglas Parker faz da sua coluna, Como Falar Com Um Viúvo, na M Magazine, seu ponto de desabafo, e posteriormente um sucesso.

Aos 29 anos, o glamouroso luto é um dos muitos problemas que Doug tenta se livrar. Agora, responsável pela casa de Hailey, e também pelo seu filho, Russ, ele precisa assumir um papel maduro, que até então não tinha. Para isso ele conta com ajuda da sua recém divorciada irmã gêmea, Claire, que apesar de ter dividido o mesmo útero, eles se parecem exatamente em nada.

Como Falar Com Um Viúvo

O livro põe outros problemas, alguns até desnecessários, ou que não nos permitem vê-los como problemas, como o fato da mãe de Doug ainda agir como atriz famosa. Uma estrela nunca morre, meu filho. E também tem aqueles um pouco mais sério como, por exemplo, conseguir a guarda de Russ e o AVC do seu pai que continuamente dá surto de memórias e, até, trocas de personalidade repentinamente.

O livro é engraçado, visto do ponto de vista triste, mas bem humorado, de um homem. Então, às vezes, se você não se sentir à vontade com o universo masculino, ele pode te incomodar um pouco. Eu gostei da história e dos personagens bem construídos. O autor soube fazer uma mixagem do presente e do passado de forma clara, que o leitor não se perca nas mudanças de ambiente.

A tradução ficou ótima, mas, umas duas vezes, eu encontrei erros de digitação. Coisas que acontecem, né, gente? Errar é humano. Quem nunca cometeu um misspelling que a tire a primeira pedra.

Eu amei o exemplar, e a capa, que no inicio do livro eu achava que deveria ser mais dark, mais emo-gótico porque, afinal, é luto, sabe? Mas depois que pude entender o porquê duma capa na vibe das micaretas baiana. O livro é muito engraçado, apesar do luto de Doug.

Ainda sobre o exemplar: as folhas são grossas e amareladas. O autor preferiu não usar sua foto na orelha do livro (tá, mas onde isso vai mudar minha vida?). O livro é divido em quarenta-e-poucos capítulos (41) e subcapítulos dentro destes. A capa é um amorzinho para dobrar e não amassar. E, gente, que final foi esse? O livro não poderia ter tido um final melhor. Ou seja, vou para por aqui porque meus dedos estão coçando, loucos para dar spoiler. Leiam-o.

Editora: Sextante/ Páginas: 270/ ISBN: 978-85-99296-62-2

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