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GRAMMY: POR QUE A LADY GAGA MERECE LEVAR O PRÊMIO DE ÁLBUM DO ANO?

Autor: Luca Alves GRAMMY: POR QUE A LADY GAGA MERECE LEVAR O PRÊMIO DE ÁLBUM DO ANO?
Há um ano debutava no topo da parada de discos da Billboard o A Star is Born com 231 mil cópias comercializadas no território americano. Pouco mais de um ano desde o seu lançamento, a trilha sonora do Nasce Uma Estrela soma mais de 6 milhões de cópias comercializadas ao redor do mundo e mantém uma estabilidade que talvez supere fácil a marca de 8 milhões de cópias vendidas até o dia da cerimônia do Grammy, que geralmente acontece entre o fim de janeiro e o início de fevereiro. 
Essa não é a primeira vez que a Lady Gaga recebe grande atenção para a principal categoria do Grammy. Quase todos os álbuns da Gaga foram indicados à categoria Álbum do Ano, e todos até o momento não foram bem-sucedidos para os votos da Academia. Em 2008, a Lady Gaga fez uma estréia estrondosa causando impactos notórios à cultura pop com o The Fame, mas só isso não foi o suficiente para a bancada honrar o álbum com o título de …

Uncharted: Drake's Fortune

Uncharted: Drake's Fortune
Imagem: reprodução


Mano, que gráfico! Tá, pera, eu não enfatizei o suficiente. MANO, QUE GRÁFICO! Sério! Por ter quase 10 anos, ele é tão bem produzido quanto algumas grandes produções recentes (se não for melhor, em todos os termos). Cada detalhe é tão bem feito que a sensação de estar no ambiente em que a personagem se encontra (selva, templos, ruínas) é facilmente sentida, isso sem falar dos efeitos de áudio que também são incríveis.

Eleito o jogo do ano de 2007 pelo Ign, a superprodução da Naughty Dog já soma mais de três milhões de vendas e, segundo os críticos, ele já é considerado um clássico do PS3, até diria que o seu mascote até então.

Patrocinado pelo programa da famosa Elena Fisher, ela, Nathan Drake e Victor Sullivan, ou Sully para os mais próximos, embarcam em busca do El Dorado na costa do Panamá, sob pistas do fantasma de Sir Francis Drake, antigo caçador de tesouros ainda da época colonial e parente distante de Nate (Nathan), o protagonista. Durante o jogo, eles devem lidar com alguns visitantes indesejados, dos quais só se veem livres no final.


Uncharted: Drake's Fortune
Imagem: reprodução
O gráfico é impecável, os níveis são bem divididos, a dublagem portuguesa te destrói mais do que seus inimigos no jogo (não consigo entender sotaque português) e ele não é tão longo, o que pode ser um ótimo passatempo para o final de semana.

Claro, claro. Ele tem seus defeitos, mas, ainda assim, isso não se torna um problema. Pequenas bobagens. Primeiro, talvez, por ser um jogo cheio de informações, em alguns instantes você pode se perder. Ele desfoca da sua ideia primária, aquela que ele tinha lá no início. Segundo, o que eu achei o fim da picada foi ter "zumbis" quase no final. São chatos para matar, me assustam (essa é a razão pela qual nunca zerei nenhum Resident Evil) e eu só notei a relação dos "zumbis" com o jogo depois que me contaram. Sim. Eu sei. Eu sou lerdo.

Mas, como eu disse, os pontos negativos não ofuscam os positivos, que em defesa daqueles, temos uma grande variedade de armas, bastantes checkpoints e ainda uma ótima história, bem diferente do que estamos acostumados a ver em jogos.

Leia também: Uncharted 2: Among Thieves

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