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REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984

Pôster do Filme Autor: Daniel Moreira   REVIEW: MULHER MARAVILHA 1984  Estamos vivendo uma revolução na forma de ver filmes, os serviços de streaming estão cada vez mais conquistando o seu espaço no dia-a-dia dos espectadores e a grande aposta do HBOMAX foi justamente a estreia de um dos maiores filmes do ano no serviço de streaming e nos cinemas ao mesmo tempo. Se isso vai ser o novo normal ou se vai trazer lucros só o tempo dirá, o fato é que Mulher Maravilha 1984 está entre nós. Atenção, essa review pode conter leves spoilers. Um artefato muito antigo criado por um Deus concede aquele que o possui o seu maior desejo, infelizmente vai parar em mãos erradas e a Mulher Maravilha precisa enfrentar o vilão e impedir o fim do mundo. Patty Jankins retorna na direção da sequência, dessa vez muito mais a vontade. Devido ao grande sucesso do primeiro filme, o estúdio deu carta branca pra ela criar a sua versão e isso é refletido nas poucas cenas de ação, nos diálogos profundos e na mensa

Uncharted: Drake's Fortune

Uncharted: Drake's Fortune
Imagem: reprodução


Mano, que gráfico! Tá, pera, eu não enfatizei o suficiente. MANO, QUE GRÁFICO! Sério! Por ter quase 10 anos, ele é tão bem produzido quanto algumas grandes produções recentes (se não for melhor, em todos os termos). Cada detalhe é tão bem feito que a sensação de estar no ambiente em que a personagem se encontra (selva, templos, ruínas) é facilmente sentida, isso sem falar dos efeitos de áudio que também são incríveis.

Eleito o jogo do ano de 2007 pelo Ign, a superprodução da Naughty Dog já soma mais de três milhões de vendas e, segundo os críticos, ele já é considerado um clássico do PS3, até diria que o seu mascote até então.

Patrocinado pelo programa da famosa Elena Fisher, ela, Nathan Drake e Victor Sullivan, ou Sully para os mais próximos, embarcam em busca do El Dorado na costa do Panamá, sob pistas do fantasma de Sir Francis Drake, antigo caçador de tesouros ainda da época colonial e parente distante de Nate (Nathan), o protagonista. Durante o jogo, eles devem lidar com alguns visitantes indesejados, dos quais só se veem livres no final.


Uncharted: Drake's Fortune
Imagem: reprodução
O gráfico é impecável, os níveis são bem divididos, a dublagem portuguesa te destrói mais do que seus inimigos no jogo (não consigo entender sotaque português) e ele não é tão longo, o que pode ser um ótimo passatempo para o final de semana.

Claro, claro. Ele tem seus defeitos, mas, ainda assim, isso não se torna um problema. Pequenas bobagens. Primeiro, talvez, por ser um jogo cheio de informações, em alguns instantes você pode se perder. Ele desfoca da sua ideia primária, aquela que ele tinha lá no início. Segundo, o que eu achei o fim da picada foi ter "zumbis" quase no final. São chatos para matar, me assustam (essa é a razão pela qual nunca zerei nenhum Resident Evil) e eu só notei a relação dos "zumbis" com o jogo depois que me contaram. Sim. Eu sei. Eu sou lerdo.

Mas, como eu disse, os pontos negativos não ofuscam os positivos, que em defesa daqueles, temos uma grande variedade de armas, bastantes checkpoints e ainda uma ótima história, bem diferente do que estamos acostumados a ver em jogos.

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